quinta-feira, 31 de março de 2016

Leveza vs Leveza: Que comecem os jogos!!!

Leveza vs Leveza:
    Que comecem os jogos!!!
Depois de dias tentando fazer brotar, para tecer linhas que resultem em algum nó com sentido, o qual possa desatar minhas dúvidas e transforme meu olhar insistentemente poético em algo mais analítico. Que eu possa desenvolver uma crítica que fuja do romantismo decadente e piegas e alcance uma base de coisas palpáveis sem frases bonitinhas e sem vida.  Talvez eu viva no mundo onde bruxas montam em vassouras e saem voando, mas isso me fez entender coisas que são ditas, mas não são faladas.
Faço uso da intertextualidade para lavrar as ideias que irei transcrever. A leveza de Calvino versus a leveza de Al Berto em Aprendiz de Viajante.
A poesia Aprendiz de Viajante trás a palavra leveza, dentro de um contexto de caminho, de viagem. O texto tem a palavra leveza inserida, mas em sua leitura podemos perceber o peso com a doença e depois a leveza como algo que pode alcançar a pureza, a harmonia.
“O olhar de cada um, sobre as coisas do mundo, é único...” trecho da poesia.

Logo no livro de Calvino encontramos a leveza e o peso presentes durante todo o capitulo intitulado como Leveza. Mas o autor tenta fazendo uso do pensamento de outros escritores e seus textos para explicar o que seria o real significado dessa palavra, usando quase sempre referenciais poéticos, como se a poesia e a leveza fossem almas gêmeas (ele inclusive cita, em algum momento que a leveza se cria no ato de tecer, ela está no pássaro tão mas que na pluma. 

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