Leveza vs Leveza:
Que comecem os jogos!!!
Depois de dias tentando fazer
brotar, para tecer linhas que resultem em algum nó com sentido, o qual possa
desatar minhas dúvidas e transforme meu olhar insistentemente poético em algo
mais analítico. Que eu possa desenvolver uma crítica que fuja do romantismo decadente
e piegas e alcance uma base de coisas palpáveis sem frases bonitinhas e sem
vida. Talvez eu viva no mundo onde
bruxas montam em vassouras e saem voando, mas isso me fez entender coisas que
são ditas, mas não são faladas.
Faço uso da intertextualidade
para lavrar as ideias que irei transcrever. A leveza de Calvino versus a leveza
de Al Berto em Aprendiz de Viajante.
A poesia Aprendiz de Viajante trás a palavra leveza, dentro de um contexto
de caminho, de viagem. O texto tem a palavra leveza inserida, mas em sua
leitura podemos perceber o peso com a doença e depois a leveza como algo que
pode alcançar a pureza, a harmonia.
“O olhar de cada um, sobre as
coisas do mundo, é único...” trecho da poesia.
Logo no livro de Calvino
encontramos a leveza e o peso presentes durante todo o capitulo intitulado como
Leveza. Mas o autor tenta fazendo uso
do pensamento de outros escritores e seus textos para explicar o que seria o real
significado dessa palavra, usando quase sempre referenciais poéticos, como se a
poesia e a leveza fossem almas gêmeas (ele inclusive cita, em algum momento que
a leveza se cria no ato de tecer, ela está no pássaro tão mas que na pluma.
Nenhum comentário:
Postar um comentário